Pinakotheke 2026
Arte que atravessa o tempo.
Uma das galerias de arte mais importantes do país, nacionalmente globais, a marca Pinakotheke evolui para dialogar com os novos tempos – mas sem perder a essência. E é esse o fator que norteia a sua nova forma de se expressar: o tempo. Afinal, as obras de arte ali representadas – de Portinari a Tarsila, de Volpi a Di Cavalcanti – tornaram-se tão importantes, entre outras coisas, pela capacidade de manter relevância com o passar das décadas.
- Diagnóstico de marca
- Estratégia de marca
- Identidade visual
- Identidade verbal
“A Pinakotheke está presente em três cidades do Brasil, e a gente percebeu que isso trazia uma certa fragmentação na forma de se apresentar. Então, nosso papel foi atribuir essa unidade e consistência, fortalecendo a marca, sem desconsiderar as especificidades de cada região”.
Isabela Abreu – Head de Estratégia
“A partir de uma assinatura puramente tipográfica que busca uma versatilidade na sua aplicação, encontramos a letra “O” como eixo central da logo, possibilitando a articulação da marca, criando assinaturas dinâmicas e adaptadas a diversos formatos e aplicações.”
Bruno Fraga – Sócio Diretor
A paleta de cores é uma composição criada a partir das fachadas das três unidades: o creme está presente na arquitetura neoclássica da Pinakotheke São Paulo e do Rio de Janeiro. Soma-se a ele um tom tijolo, destaque nos cobogós da unidade Fortaleza.
“A intenção era buscar uma certa liberdade estética na expressão da marca. Como referência, recorremos a aspectos do modernismo brasileiro, especialmente ao uso de composições assimétricas e formas geométricas simplificadas.
“Flávio Teixeira – Head de Criação
O sistema de identidade visual é intencionalmente minimalista para priorizar as obras, que são as grandes protagonistas na Pinakotheke.